JESUS DE NAZARÉ

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Visita e Visitas pastorais à Paróquia da Vila Termal de Caldas de São Jorge


Visita e Visitas pastorais à Paróquia de Caldas de São Jorge.
Caldas de São Jorge, actualmente com o título de Vila de Caldas de São Jorge desde 13 de Maio de 1999, também popularmente chamada Vila Termal de Caldas de São Jorge no Concelho de Santa Maria da Feira das Terras de Santa Maria, conheceu no passado outras designações e nomenclaturas.
A mais antiga de que há memória é de Caldellas = Caldas pequenas da época romana aparecendo no ano de 1097 com o topónimo de São Jorge de Caldellas, nome que conservou oficialmente até 13 de Maio de 1999 quando obteve o título de Vila de Caldas de São Jorge.
Isto é, até à referida data de 13 de Maio de 1999 o Santo Mártir e Herói estava a patrocinar e “oragar”18 localidades do País incluindo a actual Vila Termal de Caldas de São Jorge.
Historiando as Vistas Pastorais à Paróquia de Caldas de São Jorge importa dizer  que  há registos escritos das Visitações desde 1723 ao ano 2000; mais exactamente da Visitação de 23 a 28 de Maio do referido ano de 2000 por Sua Excelência Reverendíssimo o senhor Bispo António José Cavaco, Carrilho, Bispo Auxiliar do Porto e actual Bispo do Funchal - Madeira.
Tendo-o precedido nesta Tarefa e Missão D. Manuel Pelino Domingues em Outubro de 1990, D. António Ferreira Gomes em Julho de 1950, D. António José de Sousa Barroso em 19 de Julho de 1915, e muitas outras Visitações documentadas.
Dos Arquivos Paroquiais estão decifradas e esclarecidas Visitações do ano 1769, do ano 1805,de 1 de Outubro de 1813, de 13 de Dezembro de 1823, de 7 de Agosto de 1840, de 19 de Julho de 1915 como acima ficou dito. Do que se infere a morosidade e espaçamento das Visitações no passado e encurtamento e rapidez no presente.
Segundo uso actual nas dioceses d País e Diocese do Porto o espaçamento das visitas pastorais  não poderá passar dos dez anos, o que parece ser um período razoável e adequado.
O Actual Visitador desta Paróquia, Sua Excelência Reverendíssima o Senhor Bispo D. João Evangelista Pimentel Lavrador, tem estado durante estes três anos e sete meses consecutivos, desde que se encontra ao Serviço desta Diocese do Porto em contínuas Visitas Pastorais, bem como O Senhor Bispo Titular D. Manuel Clemente e os outros Reverendíssimos Senhores Bispos desta Diocese, e em semanas ininterruptas, nesta vasta área Sul da Diocese do Porto. Durante os últimos meses nesta Vigararia de Santa Maria da Feira levando a mais que a meio esta incansável e interminável Tarefa e Missão mais que pertinente e adequada ao Bom Pastor do Rebanho do Povo de Deus!
Neste mês de Janeiro foram levadas a efeito as Visitas Pastorais à Paróquia de Cristo Rei da Vergada, a Argoncilhe, a Arrifana, Caldas de São Jorge e, em continuação em Fevereiro, em Canedo e outras que se lhe vão seguir.
Não é tarefa fácil.
Exige preparação, programação e principalmente muita oração, colaboração e empenho de todos.
«Uma Visita Pastoral é sempre um acontecimento de grande importância religiosa e espiritual.
Um momento especial para a vida Cristã das comunidades.
É que o Bispo, enquanto Pastor da Igreja, representante de Jesus Cristo, o Bom Pastor, vai ao encontro dos seus irmãos na fé, daqueles que lhe estão particularmente confiados, para os confirmar nessa mesma fé; vai conhecer, conviver e dialogar, vai ver, ouvir e falar; vai dar e receber; vai dar a mensagem do Evangelho e santificar os fiéis pela celebração dos sacramentos». (+ D. António Carrilho).
Assim a comunidade Paroquial de Caldas de São Jorge preparou, programou esta tão importante iniciativa através do Conselho de Pastoral, Comissão Executiva da Paróquia, Movimentos Paroquiais e Pároco esta agigantada e singular iniciativa.
Feitos os anúncios e pregões no meio local foi elaborado o Programa em prospecto desdobrável com programação repleta de tarefas e iniciativas dos dias 31 de Janeiro ao dia 5 de Fevereiro do corrente ano 2012.
Iniciou-se a Visita Pastoral com a Oração - Celebração Comunitária de Vésperas da Terça-Feira da Quarta Semana do Tempo Comum, pelas 15.00 horas na Igreja Matriz presididas por Sua Excelência Reverendíssima o Senhor Bispo D. João Evangelista Pimentel Lavrador onde foi excelente ouvir a voz do Pastor na Homilia de Vésperas despoletando o clic e impulso inicial desta Grandiosa Tarefa.
Seguindo-se as Visita aos Doentes na convicção de que os Doentes e as Crianças são aqueles que estão mais perto do Senhor e do valor acrescentado da sua Prece e Oração.
Pelas 19.00 horas foi momento grande a Sessão Solene de Apresentação e de Boas Vindas no Salão de Actos do Centro Paroquial.
Presentes os Movimentos Paroquiais, Autoridades Civis, Instituições e Associações Locais.
Coube ao Reverendo Pároco a abertura da Sessão Solene e ao Reverendo Diácono Joaquim Augusto da Silva Santos as Palavras de Apresentação e de Boas Vindas a Sua Excelência Reverendíssima.
No que foi seguido pelas autoridades e responsáveis presentes a convite e indicação protocolar do Pároco.
Ouvidas todas as Comunicações encerrou Sua Excelência Reverendíssima com Palavras muitos pertinentes e precisas neste início da Visita Pastoral continuando depois na Eucaristia pelas 19,30 horas na Igreja Matriz repleta de participantes e de assembleia orante e empenhada.
Terminando as tarefas do primeiro depois da Mesa da Eucaristia à Mesa da “Juventude e Família” em jantar informal, familiar e acolhedor em família Jovem com “ajudantes adolescentes e mais crescidos”! Muito bem.
Seguiu-se o segundo dia, dia 1 de Fevereiro, com a continuação das Visitas a empresas locais  e instituições, com a Eucaristia às 19.30 horas e Encontro com os grupos Paroquiais às 20.30 horas.
O dia 2 de Fevereiro, Quinta-feira, Dia da Candelária, manhã cheia com as visitas às Escolas da Localidade contando com a atenciosa e simpática presença do Senhor Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Fiães, o Senhor Professor Doutor António Pedro Lima, acompanhado da Senhora Professora Doutora Goreti Pacheco bem como das autoridades Locais. Foi bonito e maravilhoso este contacto com as escolas, com as crianças, pessoal docente e pessoal auxiliar e administrativo.
Fica aqui exarado o agradecimento a todos, particularmente ao Coordenador, coordenadoras e professoras das Escolas desta Vila Termal.
Da Escola EB1 de Caldelas, ao Senhor Professor Vasco Manuel Ribeiro da Silva, Professoras Isabel Maria Nogueira Ribeiro, Paula Cristina Rodrigues Pereira Maia, Sandra Borges, Isaura Marieta Lima Nogueira Sá Pereira e ao Pessoal Auxiliar: Amélia Amorim Silva Mota e Francelina Ferreira Pais.
Ao Jardim de Infância da Igreja: às Professoras Fernanda Coelho de Sousa, Ana Maria Neves da Rocha e Comunidade Educativa: Dalila Paiva e Maria Margarida Santos.
Ao Jardim de Infância de Arcozelo, à Coordenadora Educadora Maria Amélia Santiago (Mélita), colaboradoras Margarida Teixeira, Soraia Daniela e  Celeste.
Aoo Jardim de Infância de Azevedo, Coordenadora Educadora Ana Rosa e Colaboradoras Ana e Carla.
Visita a empresas, Estância Termal e Sede da Associação Rancho Folclórico “As Florinhas de Caldas de São Jorge.
Findas as visitas da tarde, às 19.30 horas teve local a Eucaristia na Festividade da Senhora das Candeias onde a luz foi perfusão no templo da Igreja Matriz, seguindo-se o encontro com os crismandos (as), padrinhos, madrinhas e pais em ambiente muito participado e com o recurso aos multimédia na exposição do tema e assunto explanado.
Terminando o dia com jantar oferecido atenciosa e liberalmente oferecido por jovem família da Comunidade.
Sexta, dia 3 de Fevereiro dia de S. Brás, santo Bispo e Mártir de Sebaste na Arménia, padroeiro e patrono da garganta, quádrupla via e auto-estrada da comunicação físico-humana da fala, do sabor, da respiração e da alimentação.
Eucaristia às 19.30 horas na Igreja Matriz.
Findando o dia na ceia- convívio em Família numerosa e repleta de infância e Juventude, três realidades que são exlibris temáticos da Diocese: Juventude (Infância, Adolescência e Jovens) e Família em continuidade da Missão 2010, 2011 e seguintes.

Com o Sábado, 4 de Fevereiro, encaminha-se a Visita Pastoral para o seu auge e termo.
Às 15.00 horas Encontro com os Catequizandos (as) e Familias.
Às 16.30 Eucaristia Vespertina do 5º Domingo do Tempo Comum e administração do Sacramento da Santa Unção ou Unção dos Enfermos:
um dos sete Sacramentos da Igreja;
o sacramento da Cura,
do Alívio na dor e sofrimento,
do perdão dos pecados.
Um momento alto a Comunidade em que se patenteia de modo declarado e ao vivo a frase do Senhor Jesus Cristo no Evangelho:
“ Eu vim para que tenham vida e atenham em abundância!”
A vontade de Deus a nosso respeito é de que vivamos
e demos gloria a Deus,
sejamos felizes nesta vida fazendo a Sua Vontade e felizes com Ele por toda a eternidade!
Atinge o seu auge a Visita Pastoral com a Eucaristia de Domingo, o 5º Domingo do Tempo Comum com a Celebração do Sacramento do Crisma a 74 crismandos (as). 62 da caminhada catequética dos 10 anos ( 2009, 2010 e 2011), 12 adultos e 2 de outras Paróquia devidamente apresentados e credenciados pelos Párocos.
Após o almoço-convívio no Centro pelas 12.30 horas se encerra esta singular e iesquecível Visita Pastoral!

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

V DOMINGO (05-02-2012)

Naquele tempo, Jesus saiu da sinagoga e foi, com Tiago e João, a casa de Simão e André. A sogra de Simão estava de cama com febre e logo Lhe falaram dela. Jesus aproximou-Se, tomou-a pela mão e levantou-a. A febre deixou-a e ela começou a servi-los. Ao cair da tarde, já depois do sol-posto, trouxeram-Lhe todos os doentes e possessos e a cidade inteira ficou reunida diante da porta. Jesus curou muitas pessoas, que eram atormentadas por várias doenças, e expulsou muitos demónios. Mas não deixava que os demónios falassem, porque sabiam quem Ele era. De manhã, muito cedo, levantou-Se e saiu. Retirou-Se para um sítio ermo e aí começou a orar. Simão e os companheiros foram à procura d’Ele e, quando O encontraram, disseram-Lhe: «Todos Te procuram». Ele respondeu-lhes: «Vamos a outros lugares, às povoações vizinhas, a fim de pregar aí também, porque foi para isso que Eu vim». E foi por toda a Galileia, pregando nas sinagogas e expulsando os demónios. (Mc 1, 29-39)

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

ALGUNS NÚMEROS PARA PENSAR...



Se fosse possível reduzir a população do mundo inteiro a uma vila de 100 pessoas, mantendo a proporção do povo existente agora no mundo, tal vila seria composta de:

57 Asiáticos;
21 Europeus;
14 Americanos (Norte, Centro e Sul);
8 Africanos;
52 seriam mulheres;
48 homens;
70 não brancos;
30 brancos;
70 não cristãos;
30 seriam cristãos;
89 seriam heterossexuais;
11 seriam homossexuais;
6 pessoas possuiriam 59% da riqueza do mundo inteiro (e todos os 6 seriam dos EUA);
80 viveriam em casas inabitáveis;
70 seriam analfabetos;
50 sofreriam de desnutrição;
1 estaria para morrer;
1 estaria para nascer;
1 teria computador;
1 (sim, apenas 1 teria formação universitária);

Se o mundo for considerado sob esta perspectiva, a necessidade de aceitação, compreensão e educação tornava-se evidente.

Considera ainda:
Se acordaste hoje mais saudável que doente, tens mais sorte que um milhão de pessoas que não verão a próxima semana.
Se nunca experimentaste o perigo de uma batalha, a solidão de uma prisão, a agonia da tortura, a dor da fome, tens mais sorte que 500 milhões de habitantes no mundo.
Se podes ir à Igreja sem o medo de ser bombardeado, preso ou torturado, tens mais sorte que 3 milhões de pessoas no mundo.
Se tens comida no frigorífico, roupa no armário, um tecto sobre sua cabeça, um lugar para dormir, considera-te mais rico que 75% dos habitantes deste mundo.
Se tiveres dinheiro no banco, na carteira ou uns trocos, considera-te entre os 8% das pessoas com a melhor qualidade de vida no mundo.
Se puderes ler este texto, é uma benção, pois não estás entre os 2 milhões de pessoas que não sabem ler.
Vale a pena tentar: Trabalha como se não precisasses do dinheiro. Ama como se ninguém nunca te houvesse feito sofrer. Dança como se ninguém estivesse a olhar.
Canta como se ninguém estivesse ouvindo. Vive como se aqui fosse o paraíso.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

VISITA PASTORAL à Paróquia da Vila Termal de Caldas de São Jorge.


PROGRAMA DA VISITA PASTORAL
  
DIA 31 - TERÇA-FEIRA
15:00h – Vésperas
15:45h – Visitas a doentes, empresas, instituições
19:00h – Encontro com os movimentos paroquiais, autoridades civis, instituições e associações
19:30h – Eucaristia

DIA 1 - QUARTA-FEIRA
14:30h – Continuação das Visitas
19:30h – Eucaristia
20:30h – Encontro com os grupos paroquiais

DIA 2 - QUINTA-FEIRA
10:30h – Visitas a escolas, Empresas, Instituições
14:30h – Continuação das Visitas
19:30h – Eucaristia
20:30h – Encontro com Crismandos e padrinhos

DIA 3 - SEXTA-FEIRA
14:30h – Visitas aos doentes
19:30h – Eucaristia

 

DIA 4 - SÁBADO
15:00h – Encontro com Catequizandos e famílias
16:30h – Eucaristia com celebração da Santa Unção
18:00h – Visita à sede do Agrupamento de Escuteiros e Porto de Honra na Junta de Freguesia.

DIA 5 - DOMINGO
10:00h – Eucaristia. Celebração sacramento do Crisma
               12:30h – Almoço convívio

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

IV DOMINGO (29-01-2012)


Jesus chegou a Cafarnaum e quando, no sábado seguinte, entrou na sinagoga e começou a ensinar, todos se maravilhavam com a sua doutrina, porque os ensinava com autoridade e não como os escribas. Encontrava-se na sinagoga um homem com um espírito impuro, que começou a gritar: «Que tens Tu a ver connosco, Jesus Nazareno? Vieste para nos perder? Sei quem Tu és: o Santo de Deus». Jesus repreendeu-o, dizendo: «Cala-te e sai desse homem». O espírito impuro, agitando-o violentamente, soltou um forte grito e saiu dele. Ficaram todos tão admirados, que perguntavam uns aos outros: «Que vem a ser isto? Uma nova doutrina, com tal autoridade, que até manda nos espíritos impuros e eles obedecem-Lhe!». E logo a fama de Jesus se divulgou por toda a parte, em toda a região da Galileia. (Mc 1,21-28)

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

A EUTANÁSIA

A Eutanásia: Crime Disfarçado

A palavra “Eutanásia” deriva de duas palavras gregas. O seu significado na Antiguidade era uma morte suave, sem sofrimento. Tem como finalidade evitar aos doentes ou feridos sofrimentos horríveis.
A Eutanásia pode ser Activa (de forma Directa ou Indirecta) e também Passiva.
A eutanásia não é moralmente aceitável, quaisquer que sejam os motivos invocados.
Actualmente o termo Eutanásia tem um sentido diferente: dar a morte por piedade.
 A eutanásia deve entender-se como uma acção, ou uma omissão, cuja intenção é dar a morte para suprimir a dor.
Ninguém deve pedir a eutanásia, autorizá-la, consenti-la ou legalizá-la, pois representa uma violação da lei de Deus e é um crime contra a vida.
De certo, quem pede a eutanásia não é a morte que deseja, mas uma maior ajuda médica e mais calor humano.
A vida é um dom de Deus e a morte é apenas o fim da existência terrena e a passagem para a vida imortal e assim nada deve tentar provocar a morte mais cedo do que de facto deva acontecer.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

12Quando, pois, Jesus ouviu que João fora preso, retirou-se para a Galiléia. 13Deixando a cidade de Nazaré, foi habitar em Cafarnaum, à margem do lago, nos confins de Zabulon e Neftali, 14para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta Isaías: 15A terra de Zabulon e de Neftali, região vizinha ao mar, a terra além do Jordão, a Galiléia dos gentios, 16este povo, que jazia nas trevas, viu resplandecer uma grande luz; e surgiu uma aurora para os que jaziam na região sombria da morte (Is 9,1). 17Desde então, Jesus começou a pregar: Fazei penitência, pois o Reino dos céus está próximo. 18Caminhando ao longo do mar da Galiléia, viu dois irmãos: Simão (chamado Pedro) e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores. 19E disse-lhes: Vinde após mim e vos farei pescadores de homens. 20Na mesma hora abandonaram suas redes e o seguiram. 21Passando adiante, viu outros dois irmãos: Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João, que estavam com seu pai Zebedeu consertando as redes. Chamou-os, 22e eles abandonaram a barca e seu pai e o seguiram. 23Jesus percorria toda a Galiléia, ensinando nas suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino, curando todas as doenças e enfermidades entre o povo.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012


2ºDOMINGO DO TEMPO COMUM (15-01-2012)


Naquele tempo, estava João Baptista com dois dos seus discípulos e, vendo Jesus que passava, disse: «Eis o Cordeiro de Deus». Os dois discípulos ouviram-no dizer aquelas palavras e seguiram Jesus. Entretanto, Jesus voltou-Se; e, ao ver que O seguiam, disse-lhes: «Que procurais?» Eles responderam: «Rabi – que quer dizer ‘Mestre’ – onde moras?» Disse-lhes Jesus: «Vinde ver». Eles foram ver onde morava e ficaram com Ele nesse dia. Era por volta das quatro horas da tarde. André, irmão de Simão Pedro, foi um dos que ouviram João e seguiram Jesus. Foi procurar primeiro seu irmão Simão e disse-lhe: «Encontrámos o Messias» - que quer dizer ‘Cristo’ –; e levou-o a Jesus. Fitando os olhos nele, Jesus disse-lhe: «Tu és Simão, filho de João. Chamar-te-ás Cefas» – que quer dizer ‘Pedro’. (Jo 1, 35-42)

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

SOLENIDADE DA EPIFANIA / REIS MAGOS


“Tinha Jesus nascido em Belém da Judeia, nos dias do rei Herodes, quando chegaram a Jerusalém uns Magos vindos do Oriente.
«Onde está – perguntaram eles – o rei dos judeus que acaba de nascer? Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-l’O».
Ao ouvir tal notícia, o rei Herodes ficou perturbado e, com ele, toda a cidade de Jerusalém. Reuniu todos os príncipes dos sacerdotes e escribas do povo e perguntou-lhes onde devia nascer o Messias.
Eles responderam: «Em Belém da Judeia, porque assim está escrito pelo profeta: ‘Tu, Belém, terra de Jusá, não és de modo nenhum a menor entre as principais cidades de Judá, pois de ti sairá um chefe, que será o Pastor de Israel, meu povo’».
Então Herodes mandou chamar secretamente os Magos e pediu-lhes informações precisas sobre o tempo em que lhes tinha aparecido a estrela.
Depois enviou-os a Belém e disse-lhes: «Ide informar-vos cuidadosamente acerca do Menino; e, quando O encontrardes, avisai-me, para que também eu vá adorá-l’O».
Ouvido o rei, puseram-se a caminho. E eis que a estrela que tinham visto no Oriente seguia à sua frente e parou sobre o lugar onde estava o Menino.
Ao ver a estrela, sentiram grande alegria.
Entraram na casa, viram o Menino com Maria, sua Mãe, e, prostrando-se diante d’Ele, adoraram-n’O. Depois, abrindo os seus tesouros, ofereceram-Lhe presentes: ouro, incenso e mirra. E, avisados em sonhos para não voltarem à presença de Herodes, regressaram à sua terra por outro caminho”. (Mt 2, 1-12)

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

RECEITA PARA UM FELIZ ANO NOVO

- Toma 12 meses completos.
- Limpa-os cuidadosamente de toda a amargura, ódio e inveja.
- Corta cada mês em 29, 30, ou 31 pedaços diferentes, mas não cozinhes todos ao mesmo tempo.
- Prepara um dia de cada vez com os seguintes ingredientes: uma parte de fé; uma parte de Paciência; uma parte de coragem; uma parte de trabalho.
- Junta a cada dia uma parte de esperança, de felicidade e amabilidade.
- Mistura bem, com uma parte de oração, uma parte de meditação e uma parte de entrega.
- Tempera com uma dose de bom espírito, uma pitada de alegria e um pouco de acção, e uma boa medida de humor.
- Coloca tudo num recipiente de amor.
- Cozinha bem, ao fogo de uma alegria radiante.
- Guarnece com um sorriso e serve sem reserva.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

FELIZ ANO NOVO 2012!


DESEJO A TODOS UM ANO NOVO DE 2012
REPLETO DE SURPRESAS BOAS E MUITA FELICIDADE!
QUE TODOS OS VOSSOS PROJETOS E SONHOS SE TORNEM REALIDADE!
TUDO DEPENDE, ESSENCIALMENTE, DE TI!
CORAGEM E NÃO VALE DESISTIR!
UM ABRAÇO AMIGO!

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

NOVA REVISTA ONLINE: 'O TEU ESPAÇO'



A Fundação Secretariado Nacional da Educação Cristã (SNEC) acaba de lançar uma revista online com conteúdos direcionados para crianças e jovens. Em comunicado enviado hoje à Agência ECCLESIA, aquele organismo explica que esta nova publicação digital, intitulada “O teu espaço”, surge “na continuidade do projeto Educris e da sua plataforma de apoio nas três grandes áreas da educação cristã: Catequese, EMRC e Escolas Católicas”. Todos os dias, esta página irá disponibilizar vídeos, fotos e textos relacionados com temáticas religiosas e juvenis, enquanto que “quinzenalmente” serão adicionadas crónicas, artigos sobre música, criticas a livros e a filmes, cartoons e sugestões de sites. A revista online, que será também preenchida todos os meses com uma nova entrevista, poderá ser enriquecida com o contributo dos visitantes do site.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

E A FESTA DE ANOS CONTINUA...

É NATAL! FELIZ NATAL PARA TODOS!

“Também José, deixando a cidade de Nazaré, na Galileia, subiu até à Judeia, à cidade de David, chamada Belém, por ser da casa e linhagem de David, a fim de recensear-se com Maria, sua mulher, que se encontrava grávida. E quando eles ali se encontravam, completaram-se os dias de ela dar à luz e teve o seu filho primogénito, que envolveu em panos e recostou numa manjedoira, por não haver para eles lugar na hospedaria”
(Lc 2, 4-7)
“Mas ao chegar a plenitude dos tempos, Deus enviou o Seu Filho, nascido de mulher, nascido sujeito à Lei, para resgatar os que se encontravam sob o jugo da lei e para que recebêssemos a adopção de filhos”
(Gl 4,4-5)

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011



Um começo divino!
    João começa seu evangelho de uma forma muito diferente da usada pelos outros três evangelistas. Mateus inicia o seu apresentando a genealogia e o nascimento de Jesus. Lucas, por sua vez, mostra de cara o nascimento de João Batista, passando depois ao de Jesus. Marcos parte do batismo de Jesus por João Batista. Os três, portanto, iniciam com a humanidade de Cristo e com a revelação da divina natureza. A ressurreição é um final surpreendente, entretanto pressagiado.
    O evangelho de João, ao contrário, tem início com a natureza divina de Jesus. Ele conta a história da vida e o ministério de Jesus utilizando o benefício de sua compreensão tardia acerca do Cristo, vendo em cada palavra e ação de Jesus a palavra e a ação do próprio Deus. Assim, seu livro começa estabelecendo Jesus como o próprio Deus - ele existiu no princípio da mesma maneira que Deus. De fato, a frase "no princípio" é a mesma usada por Deus, em Gênesis 1. Ele estava com Deus; ele é Deus e é a Luz, a Vida e o Verbo. Sendo assim, seu evangelho conta a história de Jesus desta perspectiva: Deus desceu e viveu entre nós!
   
   Quando João diz que Jesus é o verbo, usa outra analogia extremamente profunda e que o leitor moderno provavelmente não percebe. O verbo (o logos) era uma palavra muito amoldada, usada pelos filósofos gregos. Sócrates e Platão pensavam que o logos tornava possível todo o pensamento e a razão. O estoicismo (uma filosofia muito popular nos dias de Jesus) comparou o logos com a razão cósmica que guiava o universo. João, chamando Jesus de logos, está dizendo que ele é o último ser, o propósito de toda criação e aquele que torna o universo possível.

Não é irônico?
    Como declarado no verso 3, todas as coisas vieram à existência por intermédio de Jesus. Essa Luz - esse último propósito, a meta do Universo - brilhou na escuridão; todavia, a escuridão não a compreendeu. Literalmente, a escuridão não a pôde pegar. Mais adiante, nos versos 9 a 11, a Luz Verdadeira mostra-se no mundo, no mesmo mundo feito por ele; contudo, ninguém a conheceu.
A grande ironia, a tragédia suprema, é disposta no verso 10: o mundo inteiro foi feito por ele e ele estava no mundo; todavia, ainda não o conheciam! Ele veio para os seus - um povo que ele mesmo havia escolhido, cuidadosamente ensinado e moldado durante séculos - e as pessoas não o receberam. A humanidade, tendo-se virado à escuridão, mostrava-se cega à Luz. O mundo tinha aceitado uma mentira, e estava impossibilitado de compreender a Verdade.
    De certa forma, isso faz sentido. A escuridão é abolida pela luz, assim como para as trevas o ato de alcançar a luz seria algo autodestrutivo. As pessoas sentem necessidade de Deus, porque foram criadas para se relacionarem com ele. Somos iguais a um astronauta que, tendo cortado a própria linha de segurança, silenciosamente, distancia-se da nave, vagando cada vez para mais longe dela, numa sentença de morte.
Cristo vestiu um terno espacial e lançou-se fora, atrás de nós, no espaço aberto; porém, com a linha de segurança intacta. Ao se unir a nós em nossa situação, ele tornou-se algo que podemos conhecer, receber/captar. Tendo nos unido a Jesus, somos reconectados a Deus e, assim, somos salvos. João 1.12 diz: "Aos que o receberam, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus" (NVI). No grego, literalmente, para esses que o "pegaram". O apóstolo ainda deixou bem claro: "Aos que creram em seu nome". Como eles puderam o receber? Porque o verbo - que era inatingível, a suprema causa e a última razão, o próprio Deus - tornou-se carne e habitou entre nós. É suficiente "crermos no seu nome" ou acreditarmos e confiarmos que ele era e é o que reivindica ser.

Nós vimos sua glória.
    O verso 14 realmente captura um milagre: "E o verbo fez-se carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos sua glória, glória como do unigênito do Pai". O verbo, o logos da filosofia, é o Jesus da história. Ele tornou-se carne e sangue assim como você e eu. Todavia, isso não foi um esvaziamento total da sua natureza, porque eles viram sua glória, seu notável aparecimento e souberam que era o Filho de Deus. O Senhor entrou na história humana como um humano para devolver a humanidade no relacionamento com a divindade.
Pensamos, freqüentemente, no nascimento de Cristo como o clímax de um evento miraculoso. Porém, o milagre maior é ele estar vivo ainda hoje! Afinal de contas, Jesus ainda habita entre nós através do Espírito Santo e de seu corpo, a igreja.

O grande exegeta
    João continua a explicar um pouco mais do que esse milagre realmente significa para nós. Diz que, devido à plenitude de Cristo, porque ele é completa e totalmente divino, temos recebido graça sobre graça. A Lei (que nos permitia ter algum conhecimento sobre Deus) foi dada por intermédio de Moisés, um ser humano; mas a graça e a verdade somente poderiam vir por Jesus - ele, sendo completamente divino, deixou-nos conhecer a Deus.
     Ninguém viu Deus em qualquer tempo. Esta palavra, "viu", significa entender ou experimentar. Ninguém entendeu Deus; mas Jesus explicou e fez  Deus ser conhecido. Isso recorda nosso estudo de três semanas atrás, em Colossenses, no qual Paulo chama Cristo de "a imagem do Deus invisível". O Senhor teve que adentrar em nosso mundo, pois nunca poderíamos adentrar no dele.
      No seminário, ao estudarmos e pesquisarmos para entender melhor esta passagem, investigando os termos gregos e explorando o contexto histórico, dizemos que estamos fazendo uma "exegese2" do trecho. Tal palavra é a mesma que João usa aqui para descrever como Jesus explica Deus. Ninguém o viu, mas Jesus fez uma exegese de Deus para nós. Somente Cristo pode fazer uma exegese perfeita e completa de Deus! Ele não tem que estudar Deus, porque ele é o próprio! Definitivamente, tem as ilustrações de sermão muito mais frescas; e todos falam sobre elas durante 2000 anos!

A pequena criança de Belém  
    O nascimento de Cristo é mais que um nascimento virginal miraculoso; é mais que uma estrela divina, coros e visitações angelicais. Trata-se de uma alteração fundamental da relação entre a Criação e o Criador. É o Emanuel, o Deus conosco, que nos torna possível conhecer Deus. 
MÊS DE DEZEMBRO

COM LICENÇA, SOU O JC!

Olá a todos!
O meu nome é Cristo. Jesus Cristo. JC para os amigos!
Nasci no dia 25 de dezembro. Por isso, a celebração do meu aniversário está próxima. Há dois mil e onze anos, na cidade de Belém, a minha mãe deu-me à luz. Foi um acontecimento tão especial para a humanidade que toda a história ficou dividida em duas partes: antes de mim e depois de mim.

Durante muitos séculos, muita gente esperou e pediu a Deus que eu viesse. O projecto inicial do Altíssimo foi manchado e o que era uma bela história de amor entre o céu e a terra e entre a divindade e a humanidade corrompeu-se. Os homens e as mulheres quiseram viver sem o seu Criador e Senhor. Mas Deus respeitou-os. É que Ele não vos fez como se fosseis robôs ou computadores programados para fazerdes apenas o que Ele quisesse. Deu-vos o dom da liberdade por amor. Quem ama não pode obrigar. A vossa história podia ter sido de outra maneira, mas foi esta a que aconteceu.
Deus não desistiu de vós, apesar do pecado e foi enviando profetas que falaram em seu nome e fez de vós o seu povo querido e fez convosco uma aliança.

A determinada altura, Deus decidiu adoptar outra estratégia e Ele próprio quis vir ter convosco. Chegada a plenitude dos tempos, foi, então, que eu apareci em cena, de uma forma única e radical. Podia ter aparecido de uma forma espectacular. Talvez num avião, num helicóptero, numa nave espacial ou até tipo super-homem. Mas não. Eu, a segunda pessoa da Santíssima Trindade surgi no vosso planeta da forma mais bela e singela: sob a forma de um bebé. Uma criança frágil e indefesa.

Encarnei no seio de uma jovem mulher, chamada Maria. Já deveis ter ouvido falar dela, muitas vezes. Ela foi escolhida e convidada pelo meu Pai para ser a minha mãe humana. Através dela, chegaria o Messias prometido. Ela não compreendeu muito bem como seria aquilo possível, mas, na sua humildade, acreditou naquele desígnio divino e aceitou tão especial projecto de vida.

A minha mãe estava noiva de um carpinteiro chamado José. Ele também teve dificuldade em compreender tudo aquilo que estava a acontecer. A minha mãe estava grávida e ele não era o pai. Aos poucos, foi entendendo o tamanho milagre que ocorria ali. Percebeu a origem sobrenatural da gravidez da minha mãe, pois a minha encarnação era obra do Espírito Santo. Ele tornou-se o meu querido pai adoptivo.

Quando os meus papás humanos já tinham casado e viviam na sua simples casinha de Nazaré, saiu um édito de César Augusto, obrigando todas as pessoas sob domínio do império romano a recensear-se. O meu pai tinha que deslocar-se a Belém e como a minha mãe estava grávida, para não ficar sozinha, acompanhou-o. Mas o seu estado não era muito favorável a viagens e aqueles dias foram muito complicados.

Ao chegarem a Belém, a minha mãe já estava com dores de parto. O meu pai procurou uma hospedaria para ficarem por uns dias e para a minha mãe gerar-me. Mas não havia lugar algum porque a cidade e as redondezas estavam cheias de gente naquela ocasião.
Não dava para esperar mais. Tinha que ser num sítio qualquer. Um pobre homem, vendo o desespero do meu pai e a aflição da minha mãe, disponibilizou tudo quanto tinha: uma grutinha, onde guardava os seus animais.

E foi ali, não num palácio ou numa maternidade, mas num humilde curral, que eu nasci para a minha vida terrena. Naquela noite fria eu nasci e fui colocado entre panos numa manjedoura com palhinhas. Não havia médicos, riqueza ou comodidade. Apenas o muito carinho e alegria dos meus pais e o calor de uma vaca e de um burro. Alguns anjos cantavam e davam glória a Deus. Havia uma magia especial em tudo quanto estava a acontecer.

Pouco tempo depois, os meus pais foram surpreendidos com a visita de vários pastores que tinham recebido a notícia do meu nascimento e muito felizes se prostraram e ofereceram coisas dos seus trabalhos de pastorícia. Posteriormente, chegaram, também, guiados por uma estrela e fugindo de Herodes, três magos do Oriente. Também se curvaram em solene veneração e ofereceram ouro, incenso e mirra. Todos me adoravam, desde as pessoas mais simples do povo até às mais sábias e poderosas.
Tudo aquilo era misterioso e intrigante. A minha mãe escutava tudo quanto se dizia de mim e guardava todas aquelas coisas no seu coração.

Este foi o início dos meus 33 anos de vida no vosso planeta. Vim como caminho, verdade e vida, fazer-vos um convite de salvação e realização em que tudo se resume no mandamento do Amor. Deus é amor e o amor é a chave da autêntica felicidade.
A poucos dias da minha festa de anos, queria dizer-vos que gostava de voltar a nascer na vossa vida e no vosso coração. Nasci criança para que não tenhais medo de mim. Que mal poderia fazer um Deus Menino? Não tenho força para abrir a porta da vossa casa. Volto a bater e se quiserdes, abri-a.

Gostava de festejar o meu aniversário convosco. Ao fim e ao cabo, a razão de ser do Natal sou eu. E há tanta gente que celebra a minha festa sem mim, que sou o aniversariante… Quero desejar-vos também eu, um feliz Natal! Afinal de contas, sabeis bem quem eu sou. Com licença, sou o JC!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

ACEITE UM PRESENTE, TORNE-SE PRESENTE!

"Mais um Natal à porta… É assim que costumamos dizer, mas neste ano de 2011 ainda tem de ser com mais força e convicção. Tanto mais quanto não teremos muitas possibilidades de nos distrair do verdadeiro Natal, nós e os outros…
Haverá ainda lugar para presentes e lembranças, mas sobretudo no sentido autêntico destas palavras. Às “lembranças”, havemos de as ter, mas lembrando-nos dos outros, especialmente dos que são menos lembrados, visitados e acompanhados no dia a dia. Os “presentes” seremos nós, que também queremos estar onde for preciso, para que haja Natal a sério. E são tantos os lugares e as situações a requererem a nossa presença.
Natal é “nascimento”, Deus a nascer no mundo, como sabemos que aconteceu em Cristo, o Menino Jesus de há dois mil anos e de sempre. É ele o grande presente de Deus e a sua permanente lembrança de nós.
Os cristãos sabem que é assim e que, realmente, nunca estão sós, pois não há momento das suas vidas em que não possam acolher e sentir essa presença de Deus. – São ainda crianças? Jesus Menino nasce, chora, ri, brinca e cresce com eles! – São adolescentes? Jesus vai com eles ao templo, como foi a Jerusalém aos doze anos, para indicar a “casa do Pai”, do Pai que quis partilhar connosco! - São jovens a escolher um rumo, uma vocação? Jesus ensina-os que a verdadeira realização da vida está em descobrir e cumprir a vontade do Pai, ou seja, o que Deus quer de nós e quer realizar no mundo com a colaboração de cada um! – Sentimo-nos pequenos e fracos perante a imensidão de coisas a fazer, lutas a travar, objectivos a alcançar? – Jesus ensina-nos, juntando cruz a cruz, a sua à nossa, para nos transmitir aquela força que vence a própria morte!
Tudo isto é particularmente importante de acolher neste Natal e nas presentes dificuldades da vida de tantos. - Recebamo-lo então, a Jesus nas nossas vidas, para nos tornaremos em presépios vivos em que Ele nasça e sorria a todos, casa a casa, escola a escola, hospital a hospital, trabalho a trabalho! - Aceite o presente de Deus e torne-se num presente para alguém, para toda gente! Consigo, no presépio do mundo"
+ Manuel Clemente, Bispo do Porto

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

IV DOMINGO DO ADVENTO

Naquele tempo, 26o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, 27a uma virgem, prometida em casamento a um homem chamado José. Ele era descendente de David e o nome da Virgem era Maria. 28O anjo entrou onde ela estava e disse: “Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!” 29Maria ficou perturbada com essas palavras e começou a pensar qual seria o significado da saudação. 30O anjo, então, disse-lhe: “Não tenhas medo, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. 31Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus. 32Ele será grande, será chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi. 33Ele reinará para sempre sobre os descendentes de Jacó, e o seu reino não terá fim”. 34Maria perguntou ao anjo: “Como acontecerá isso, se eu não conheço homem algum?” 35O anjo respondeu: “O Espírito virá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com sua sombra. Por isso, o menino que vai nascer será chamado Santo, Filho de Deus.36Também Isabel, tua parenta, concebeu um filho na velhice. Este já é o sexto mês daquela que era considerada estéril, 37porque para Deus nada é impossível”. 38Maria, então, disse: “Eis aqui a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra!”
E o anjo retirou-se.
(Lc 1, 26-38)

CRIANÇAS DISTRIBUEM MENSAGEM DE NATAL

Crianças católicas distribuem até 23 de dezembro pelas cidades, vilas e povoações da diocese do Porto centenas de exemplares de uma mensagem do bispo local, intitulada “Aceite um presente, torne-se um presente”. “Os ‘presentes’ seremos nós, que também queremos estar onde for preciso, para que haja Natal a sério”. E são tantos os lugares e as situações a requererem a nossa presença”, escreve D. Manuel Clemente, vice-presidente da Conferência Episcopal Portuguesa. Depois de sublinhar que o Natal de 2011 tem de ser vivido “com mais força e convicção”, o Prémio Pessoa 2009 recorda que “as lembranças” oferecidas nesta época devem ir especialmente para os “menos lembrados, visitados e acompanhados no dia a dia”. Jesus é “o grande presente de Deus e a sua permanente lembrança” da humanidade, pelo que os cristãos sabem que “nunca estão sós, pois não há momento das suas vidas em que não possam acolher e sentir” a presença divina, refere o bispo do Porto.

EU DIGO QUE DEUS NÃO É GRANDE É GRANDIOSO

Morreu Christopher Hitchens, autor de 'Deus não é grande'

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

"Só o simples facto de pensar em “fazer de Deus”, revela-se uma tarefa demasiado grande para um ser “tão pequeno” quanto eu. É claro que todos nós seguramente já pensámos, alguma vez, que gostaríamos de ter o “poder” para pôr fim a toda a miséria, à doença, à ignorância, ao ódio, às injustiças, às guerras, aos desastres da natureza... Ou, até mesmo, acabar com a morte. Gostaríamos, certamente, de encher o mundo apenas com paz, amor, prosperidade, respeito e amizade entre todos os povos. Um mundo em que os seres humanos vivessem em plena felicidade e em harmonia com os seus semelhantes e a natureza. Mas, por alguma razão, Deus terá criado o mundo tal e qual ele é !? Não nos compete a nós julgar o que Ele pretende com aquilo que achamos errado no mundo. Compete-nos apenas ter fé nas suas decisões e na sua mão justa e acreditar que Ele estará sempre lá para nos ajudar no nosso caminho, por muito difícil e injusto que ele nos pareça muitas vezes..."

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

3ºDOMINGO DO ADVENTO


Naquele tempo, 2João Baptista ouviu falar, na prisão, das obras de Cristo e mandou-Lhe dizer pelos discípulos: 3«És Tu Aquele que há-de vir ou devemos esperar outro?» 4Jesus respondeu-lhes: «Ide contar a João o que vedes e ouvis: 5os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são curados, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam e a boa nova é anunciada aos pobres. 6E bem-aventurado aquele que não encontrar em Mim motivo de escândalo». 7Quando os mensageiros partiram, Jesus começou a falar de João às multidões: «Que fostes ver ao deserto? Uma cana agitada pelo vento? 8Então que fostes ver? Um homem vestido com roupas delicadas? Mas aqueles que usam roupas delicadas encontram-se nos palácios dos reis. 9Que fostes ver então? Um profeta? Sim, Eu vo-lo digo, e mais que profeta. 10É dele que está escrito: ‘Vou enviar à tua frente o meu mensageiro, para te preparar o caminho’. 11Em verdade vos digo: Entre os filhos de mulher, não apareceu ninguém maior do que João Baptista. Mas o menor no reino dos Céus é maior do que ele».

(Mt 11, 2-11)

SOLENIDADE DA IMACULADA CONCEIÇÃO


"Virgem pura, nascida sem pecado,
Que em teu seio trouxeste o Salvador,
O mundo deixa a noite do seu erro
Para saudar a luz do novo dia.

A Mulher da promessa vence a morte,
Em Ti floresce a graça original.
A nossa terra já não é maldita,
Pois guarda em si o fruto prometido.

Bendita és Tu, Senhora, nas alturas,
Bendita, neste mundo, Te cantamos,
Porque a esperança da nossa redenção
Dos teus braços maternos esperamos.

Celebremos a festa de Maria,
Concebida sem mancha original,
E cantemos a glória de seu Filho
Das colinas eternas desejado.

Contigo, Virgem santa, imaculada,
Estrela da manhã do mundo novo,
Se elevem nossos cânticos e hinos
Em louvor da Santíssima Trindade"

(Hino de Laudes da Solenidade da Imaculada Conceição)

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

II DOMINGO DO ADVENTO


1Princípio do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus. 2Está escrito no profeta Isaías: «Vou enviar à tua frente o meu mensageiro, que preparará o teu caminho. 3Uma voz clama no deserto: 'Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas'». 4Apareceu João Baptista no deserto a proclamar um baptismo de penitência para remissão dos pecados. 5Acorria a ele toda a gente da região da Judeia e todos os habitantes de Jerusalém e eram baptizados por ele no rio Jordão, confessando os seus pecados. 6João vestia-se de pêlos de camelo, com um cinto de cabedal em volta dos rins, e alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre. 7E, na sua pregação, dizia: «Vai chegar depois de mim quem é mais forte do que eu, diante do qual eu não sou digno de me inclinar para desatar as correias das suas sandálias. 8Eu baptizo-vos na água, mas Ele baptizar-vos-á no Espírito Santo».

(Mc 1, 1-8)