JESUS DE NAZARÉ
sábado, 16 de abril de 2011
CELEBRAÇÕES NA SÉ CATEDRAL DO PORTO
- 17 de Abril Domingo de Ramos 11H00 - Benção, procissão e eucaristia de Ramos - 19 de Abril Dia da Reconciliação Confissões na Igreja Catedral:10h/12h; 15h/17h 21h30 - Celebração Penitencial, Preside o Senhor Bispo Tríduo Pascal: - 21 de Abril Quinta-feira Santa 10h00 - Missa Crismal 19h00 - Missa da Ceia do Senhor - 22 de Abril Sexta-feira Santa 10h00 - Ofício de Leitura e Laudes 15h00 - Celebração da Paixão do Senhor - 23 de Abril Sábado Santo 10H00 - Ofício de Leitura e Laudes - 23 de Abril Páscoa da Ressurreição 21h30 - Vigília Pascal - 24 de Abril 11h00 - Celebração da PáJESUS CRISTO E O MANDAMENTO DO AMOR

“Aproximou-se d’Ele um escriba que os tinha ouvido discutir e, vendo que Jesus lhes tinha respondido bem, perguntou-Lhe: «Qual é o primeiro de todos os mandamentos?» Jesus respondeu-lhe: «O primeiro é: ‘Ouve, Israel: O Senhor, nosso Deus, é o único Senhor; amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma, com todo o teu entendimento e com todas as tuas forças'. O segundo é este: ‘Amarás o teu próximo como a ti mesmo'. Não há outro mandamento maior que estes»”.
(Mc 12, 28-31)
DOMINGO DE RAMOS - INÍCIO DA SEMANA SANTA
«Domingo de Ramos: Pórtico de Entrada para a Semana Santa»
Padre Enrique Bikkesbakker,
Homilia de Domingo de Ramos
Hoje, Domingo de Ramos, ao adentrar as portas da igreja, todo nós, exultantes, com os ramos de oliveira e as palmas, daremos um duplo testemunho acerca do Senhor: pelos ramos de oliveira confessaremos o Messias, o Ungido, já que é da oliveira que sai o azeite para a unção; e ao recebê-lo com as palmas da vitória, daremos testemunho de seu triunfo sobre a morte, porque teremos compreendido o significado de seu último sinal que foi o Despertar de Lázaro.
Através destes dois pórticos entraremos na Semana Santa e este curto tempo que vamos viver estará marcado por acontecimentos misteriosos, muitas vezes, aparentemente contraditórios, pouco claro para a nossa mente “pragmática” e “realista”. Se estivermos atentos, isto será uma constante na semana que iniciaremos.
Se olharmos atentamente para o Senhor, veremos no Evangelho deste Domingo de Ramos que o Senhor avança e entra triunfalmente em Jerusalém e é recebido como um rei vitorioso. Não obstante, montado num jumento, se apresenta como um soberano humilde, não-violento. E isto já nos adverte que seu reino não é deste mundo (Jo 18,36).
Jesus recebe silencioso todas estas aclamações do povo e, ante a curiosidade de alguns gregos que querem vê-lo, diz umas palavras que, até mesmo para os discípulos mais próximos são, no mínimo, enigmáticas.
É chegada a hora em que o Filho do Homem será glorificado.
Amém! Amém!
Digo-vos: se o grão de trigo caído na terra não morre, fica só;
mas se morre, dá muito fruto. Jo 12, 23-24.
Seus discípulos, certamente se perguntariam: Como pode ser que o Senhor, que acaba de ressuscitar Lázaro, e que hoje é aclamada pela maioria do povo de Israel, nos diga agora que sua glorificação consiste em que morrerá como um grão de trigo?
É que neste curto espaço de tempo de uma semana, momento em que vamos nos submergir no Mistério de nossa Salvação, tudo será renovado.
A morte vai adquirir um novo significado, será uma morte frutífera; Deus será glorificado por sua morte porque irá transformá-la numa passagem luminosa para a Ressurreição. Porém, esta transformação o Senhor a realizará atravessando a dor, as trevas e a solidão que a morte contém em suas entranhas.
Todas as palavras que o Senhor dirige à multidão são pouco compreensíveis. Como pode ser que um dos elementos mais repulsivos da época, o elemento de tortura por excelência que utilizavam os romanos, a cruz, seja transformado pelo Senhor, com sua presença, num pólo de atração para Ele?
Eu, quando for erguido no alto sobre a terra, atrairei todos a Mim.Dizia isto para significar de que morte iria morrer. Jo 12, 32
Quiçá, como diz Martín Buber falando dos profetas, porque as realidades significativas se realizam mais na profundidade do fracasso que na superficialidade do êxito. O êxito é efêmero, passageiro, porém, no fracasso nossa consciência fica perturbada para sempre.
Quem se recorda dos que mataram os profetas e o Cristo?
Então, com um novo olhar, estes acontecimentos nos podem ser iluminados.
Nas palavras finais do Evangelho do Domingo de Ramos, o Senhor vai se distanciando lentamente da multidão até ocultar-se dela.. A sua vida pública vai chegando ao seu fim. A hora da glória só será compartilhada na intimidade por alguns poucos. Veremos que a maioria dos que hoje o recebem como rei, pedirão que seja crucificado. O aparente êxito de hoje, será transformado no aparente fracasso dos dias que virão.
Por isso, tudo pode ser novo nesta semana que começa se não abandonamos o Senhor porque, é a partir de suas ações, e não de nossos pensamentos, que cada coisa terá um novo olhar.
Pois bem, se o novo nos dá medo, se todo o edifício que temos cuidadosamente construído por pensamentos e conceitos se nos desmorona ante os acontecimentos que vamos contemplar, como poderemos participar deste tempo da Paixão sem perigo para as nossas almas, como dirá o diácono nos ofícios de esta Semana?
A resposta é bastante simples, porém, não simplória: responder à proposta que o Senhor nos faz no Evangelho: Se alguém me serve, siga-me, e onde eu estiver, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, meu Pai o honrará. (Jo 12, 26).
Seguir o Senhor para estar com Ele, para servi-Lo, fazer um silêncio profundo sobre nossas necessidades, sobre nossos pensamentos, sobre nossos sentimentos, sobre nossas opiniões. Estar atentos aos acontecimentos sem a interferência de nosso eu, sequer para tentar compreender. Silêncio receptivo: somente a ação de Deus, seus atos, suas palavras, seu silêncio. Podemos repetir ao longo destes dias uma pequena oração “Não eu, Senhor, senão Tu”.
E, ao mesmo tempo, com o olhar posto somente n’Ele, pedir-Lhe que nos revele as traições, as negações, a covardia e a indiferença que guardamos em nosso coração, defesas que impedem sua presença redentora em nós.
Quiçá então, ao final deste curto percurso, animemo-nos a recorrer, algo se faça novo em nós, e comece nosso caminho rumo a verdadeira conversão.
O Domingo de Ramos, o Senhor entra em Jerusalém e nos convida para que O sigamos. Pressentindo já a glória da Ressurreição, abraçamos a todos vocês, amigos e fiéis, com o santo ósculo da Páscoa que faz passar por nós o sopro da Vida nova. Que as portas da igreja, que abrimos hoje solenemente na liturgia, sejam simbolicamente as portas de nosso coração aberto e vulnerável, orientado unicamente, neste tempo de uma semana, para a realização do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Padre Enrique Bikkesbakker,
Homilia de Domingo de Ramos
Hoje, Domingo de Ramos, ao adentrar as portas da igreja, todo nós, exultantes, com os ramos de oliveira e as palmas, daremos um duplo testemunho acerca do Senhor: pelos ramos de oliveira confessaremos o Messias, o Ungido, já que é da oliveira que sai o azeite para a unção; e ao recebê-lo com as palmas da vitória, daremos testemunho de seu triunfo sobre a morte, porque teremos compreendido o significado de seu último sinal que foi o Despertar de Lázaro.
Através destes dois pórticos entraremos na Semana Santa e este curto tempo que vamos viver estará marcado por acontecimentos misteriosos, muitas vezes, aparentemente contraditórios, pouco claro para a nossa mente “pragmática” e “realista”. Se estivermos atentos, isto será uma constante na semana que iniciaremos.
Se olharmos atentamente para o Senhor, veremos no Evangelho deste Domingo de Ramos que o Senhor avança e entra triunfalmente em Jerusalém e é recebido como um rei vitorioso. Não obstante, montado num jumento, se apresenta como um soberano humilde, não-violento. E isto já nos adverte que seu reino não é deste mundo (Jo 18,36).
Jesus recebe silencioso todas estas aclamações do povo e, ante a curiosidade de alguns gregos que querem vê-lo, diz umas palavras que, até mesmo para os discípulos mais próximos são, no mínimo, enigmáticas.
É chegada a hora em que o Filho do Homem será glorificado.
Amém! Amém!
Digo-vos: se o grão de trigo caído na terra não morre, fica só;
mas se morre, dá muito fruto. Jo 12, 23-24.
Seus discípulos, certamente se perguntariam: Como pode ser que o Senhor, que acaba de ressuscitar Lázaro, e que hoje é aclamada pela maioria do povo de Israel, nos diga agora que sua glorificação consiste em que morrerá como um grão de trigo?
É que neste curto espaço de tempo de uma semana, momento em que vamos nos submergir no Mistério de nossa Salvação, tudo será renovado.
A morte vai adquirir um novo significado, será uma morte frutífera; Deus será glorificado por sua morte porque irá transformá-la numa passagem luminosa para a Ressurreição. Porém, esta transformação o Senhor a realizará atravessando a dor, as trevas e a solidão que a morte contém em suas entranhas.
Todas as palavras que o Senhor dirige à multidão são pouco compreensíveis. Como pode ser que um dos elementos mais repulsivos da época, o elemento de tortura por excelência que utilizavam os romanos, a cruz, seja transformado pelo Senhor, com sua presença, num pólo de atração para Ele?
Eu, quando for erguido no alto sobre a terra, atrairei todos a Mim.Dizia isto para significar de que morte iria morrer. Jo 12, 32
Quiçá, como diz Martín Buber falando dos profetas, porque as realidades significativas se realizam mais na profundidade do fracasso que na superficialidade do êxito. O êxito é efêmero, passageiro, porém, no fracasso nossa consciência fica perturbada para sempre.
Quem se recorda dos que mataram os profetas e o Cristo?
Então, com um novo olhar, estes acontecimentos nos podem ser iluminados.
Nas palavras finais do Evangelho do Domingo de Ramos, o Senhor vai se distanciando lentamente da multidão até ocultar-se dela.. A sua vida pública vai chegando ao seu fim. A hora da glória só será compartilhada na intimidade por alguns poucos. Veremos que a maioria dos que hoje o recebem como rei, pedirão que seja crucificado. O aparente êxito de hoje, será transformado no aparente fracasso dos dias que virão.
Por isso, tudo pode ser novo nesta semana que começa se não abandonamos o Senhor porque, é a partir de suas ações, e não de nossos pensamentos, que cada coisa terá um novo olhar.
Pois bem, se o novo nos dá medo, se todo o edifício que temos cuidadosamente construído por pensamentos e conceitos se nos desmorona ante os acontecimentos que vamos contemplar, como poderemos participar deste tempo da Paixão sem perigo para as nossas almas, como dirá o diácono nos ofícios de esta Semana?
A resposta é bastante simples, porém, não simplória: responder à proposta que o Senhor nos faz no Evangelho: Se alguém me serve, siga-me, e onde eu estiver, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, meu Pai o honrará. (Jo 12, 26).
Seguir o Senhor para estar com Ele, para servi-Lo, fazer um silêncio profundo sobre nossas necessidades, sobre nossos pensamentos, sobre nossos sentimentos, sobre nossas opiniões. Estar atentos aos acontecimentos sem a interferência de nosso eu, sequer para tentar compreender. Silêncio receptivo: somente a ação de Deus, seus atos, suas palavras, seu silêncio. Podemos repetir ao longo destes dias uma pequena oração “Não eu, Senhor, senão Tu”.
E, ao mesmo tempo, com o olhar posto somente n’Ele, pedir-Lhe que nos revele as traições, as negações, a covardia e a indiferença que guardamos em nosso coração, defesas que impedem sua presença redentora em nós.
Quiçá então, ao final deste curto percurso, animemo-nos a recorrer, algo se faça novo em nós, e comece nosso caminho rumo a verdadeira conversão.
O Domingo de Ramos, o Senhor entra em Jerusalém e nos convida para que O sigamos. Pressentindo já a glória da Ressurreição, abraçamos a todos vocês, amigos e fiéis, com o santo ósculo da Páscoa que faz passar por nós o sopro da Vida nova. Que as portas da igreja, que abrimos hoje solenemente na liturgia, sejam simbolicamente as portas de nosso coração aberto e vulnerável, orientado unicamente, neste tempo de uma semana, para a realização do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Conhecendo a Bíblia
Este estudo tem como método o registro de todas as passagens bíblicas onde há regras de agir, ensinamentos e expressões da vontade de Deus e de seu Filho Jesus Cristo.
Genesis, 2, 16: E o o Senhor Deus Lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente.
Genesis, 2, 17: Mas da árvore do bem e do mal não comerás, porque, do dia em que dela comeres, certamente morrerás.
Gênesis 3, 17: (...) maldita é a terra por tua causa; em fadigas obterás dela o sustento durante os dias de tua vida.
Gênesis 3, 19: No suor do rosto comerás o teu pão, até que tornes à terra, pois dela foste formado; porque tu és pó e ao pó tornarás.
Gênesis 3, 21: Fez o Senhor Deus vestimentas de peles para Adão e sua mulher e os vestiu.
Gênesis 3, 22: Então, disse o Senhor Deus: eis que o homem se tornou como um de nós, conhecedor do bem do mal; assim, que não estenda a mão, e tome também da árvore da vida, e coma, e viva eternamente.
Gênesis 3, 23: O Senhor Deus, por isso, o lançou fora do jardim do Éden, a fim de lavrar a terra de que fora tomado.
Gênesis 3, 24: E, expulso o homem, colocou querubins ao Oriente do Jardim do Éden e o refulgir de uma espada que se revolvia, para guardar o caminho da árvore da vida.
Gênesis 4, 7: Se procederes bem, não é certo que serás aceito? Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo.
Gênesis 4, 10: E disse Deus: Que fizeste? A voz do sangue de teu irmão clama da terra mim.
Gênesis 4, 12: quando lavrares o solo, não te dará ele a sua força; serás fugitivo e errante pela terra.
Gênesis 4, 14: Eis que hoje me lanças da face da terra, e da tua presença hei de esconder-me; serei fugitivo e errante pela terra; e quem comigo se encontrar me matará.
Gênesis 4, 15: O Senhor, porém, lhe disse: assim qualquer que matar a Caim será vingado sete vezes. E pôs o Senhor um sinal em Caim para que não o não referisse de morte quem quer que o encontrasse.
Gênesis 5, 24: Andou Enoque com Deus e já não era, porque Deus o tomou para si.
Gênesis 6, 3: Então, disse o Senhor: o meu espírito não agirá para sempre no homem, pois este é carnal; e seus dias serão cento e vinte anos.
Gênesis 6, 4: Ora, naquele tempo havia gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens, as quais e lhes deram filhos; estes foram valentes, varões de renome, na antiguidade.
Gênesis 6, 5: Viu o Senhor que a maldade do homem se havia multiplicado na terra e que era continuamente mau todo o desígnio do seu coração.
Gênesis 6, 6: então, se arrependeu o Senhor de ter feito o homem na terra, e isso lhe pesou no coração.
Gênesis 6, 7: Disso senhor: farei desaparecer da face da terra o homem que criei, o homem e o animal, os répteis e as aves dos céus, porque me arrependo de os haver feito.
Gênesis 6, 11: A terra estava corrompida à vista de Deus e cheia de violência.
Gênesis 6, 12: Viu Deus a terra, e eis que estava corrompida; porque todo ser vivente havia corrompido o seu caminho na terra.
Gênesis 6, 13: Então a disse Deus a Noé: resolvi dar cabo de toda carne, porque a terra está cheia da violência dos homens; eis que os e farei perecer juntamente com a terra.
Gênesis 6, 17: Por que estou para derramar água em dilúvio sobre a terra para consumir toda a carne em que a fôlego de vida debaixo dos céus: tudo o que a na terra parecerá.
Gênesis 6, 18: Contigo, porém, estabelecerei a minha aliança; entrarás na arca, tu e teus filhos, e tua mulher, e as mulheres de teus filhos.
Gênesis 8, 20: Levantou Noé um altar ao Senhor e, tomando de animais limpos e de aves limpas, ofereceu holocaustos sobre o altar.
Gênesis 8, 21: E o Senhor aspirou a o suave cheiro e disse consigo mesmo: não tornarei a amaldiçoar a terra por causa do homem, porque é mau o desígnio íntimo do homem desde a sua mocidade; nem tornarei a ferir todo vivente, como fiz.
Gênesis 8, 22: Enquanto durar a terra, não deixará de haver no sementeiras e ceifa, frio e calor, verão e inverno, dia e noite.
Gênesis 9, 1: Abençoou Deus a Noé e a seus filhos e lhes disse: sede fecundos, multiplicai-vos e enchei a terra.
Gênesis 9, 2: Pavor e medo de vós virão sobre todos os animais da terra e sobre todas as aves do céu; tudo que se move sobre a terra e todos os peixes do mar nas vossas mãos serão entregues.
Gênesis 9, 3: Tudo o que se move e vive ser-vos-há para alimento; como vos dei a erva verde, tudo vos dou agora.
Gênesis 9, 5: Certamente, requererei o vosso sangue, o sangue da vossa vida; de todo animal o requererei, como também da mão do homem, sim, da mão do próximo de cada um requererei a vida do homem.
Gênesis 9, 6: Se alguém derramar o sangue do homem, pelo homem se derramará o seu; por que Deus fez o homem segundo a sua imagem.
Gênesis 9, 10: E com todos os seres viventes que estão convosco: assim as aves, os animais domésticos e os animais salváticos, que saíram da arca, como todos os animais da terra.
Gênesis 9, 11: Estabeleço a minha aliança convosco: não será mais destruída toda carne por águas de dilúvio, nem mais haverá dilúvio para destruir a terra.
Gênesis 9, 12: Disse Deus: Este é o sinal da minha aliança que faço entre mim vós e entre todos os seres viventes que estão convosco para perpétuas gerações.
Gênesis 9, 15: então me lembrarei da minha aliança, firmada entre mim e vós e todos os seres viventes de toda a carne; e as águas não mais se tornarão em dilúvio para destruir toda carne.
Gênesis 9, 16: O arco estará nas nuvens; o vê-lo-ei e me lembrarei da aliança eterna entre Deus e todos os seres viventes de toda carne que há sobre a terra.
Gênesis 11, 6: E o Senhor disse: eis que o povo é um, e todos têm a mesma linguagem. Isto é apenas o começo; agora não haverá restrição para tudo que intentam fazer.
Gênesis 11, 7: Vinde, desçamos e confundamos ali a sua linguagem, para que um de não entenda a linguagem do outro.
Gênesis 11, 8: Destarte, o Senhor os dispersou dali pela superfície da terra; e cessaram de edificar a cidade.
Gênesis 11, 9: Chamou-se-lhe, por isso, o nome de Babel, por que ali confundiu o Senhor a linguagem de toda a terra e dali o Senhor os dispersou por toda a superfície dela.
Gênesis, 12: Ora, disse o Senhor a Abraão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei;
Gênesis, 12, 2: de ti farei uma grande nação e te abençoarei, e te engrandece
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