JESUS DE NAZARÉ

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

XXXII DOMINGO DO TEMPO COMUM (06-11-2011)

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos a seguinte parábola: 1«O reino dos Céus pode comparar-se a dez virgens, que, tomando as suas lâmpadas, foram ao encontro do esposo. 2Cinco eram insensatas e cinco eram prudentes. 3As insensatas, ao tomarem as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo, 4enquanto as prudentes, com as lâmpadas, levaram azeite nas almotolias. 5Como o esposo se demorava, começaram todas a dormitar e adormeceram. 6À meia noite ouviu-se um brado: ‘Aí vem o esposo; ide ao seu encontro’. 7Então, as virgens levantaram-se todas e começaram a preparar as lâmpadas. 8As insensatas disseram às prudentes: ‘Dai-nos do vosso azeite, que as nossas lâmpadas estão a apagar-se’. 9Mas as prudentes responderam: ‘Talvez não chegue para nós e para vós. Ide antes comprá-lo aos vendedores’. 10Mas, enquanto foram comprá-lo, chegou o esposo: as que estavam preparadas entraram com ele para o banquete nupcial; e a porta fechou-se. 11Mais tarde, chegaram também as outras virgens e disseram: ‘Senhor, senhor, abre-nos a porta’. 12Mas ele respondeu: ‘Em verdade vos digo: Não vos conheço’. 13Portanto, vigiai, porque não sabeis o dia nem a hora».

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

EM ORAÇÃO...


Deus eterno e omnipotente, que nos concedeis a graça de honrar, numa única solenidade, os méritos de todos os Santos, dignai-vos derramar sobre nós, em atenção a tão numerosos intercessores, a desejada abundância da vossa misericórdia.

Senhor, ouvi propício as nossas orações, para que, ao confessarmos a fé na ressurreição de vosso Filho, se confirme em nós a feliz esperança de ressuscitarmos um dia para a vida gloriosa, juntamente com todos os nossos irmãos defuntos.

Por Nosso Senhor Jesus Cristo, que é Deus convosco, na unidade do Espírito Santo. Amen

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

sexta-feira, 28 de outubro de 2011


ASSIS 2011: LIDERES RELIGIOSOS REZAM PELA PAZ





Bento XVI concluiu hoje, dia 27 de outubro, o encontro inter-religioso que convocou para Assis (centro da Itália), afirmando que a “dimensão espiritual” é um “elemento chave para a construção da paz”.
O Papa falava diante de 300 representantes religiosos e académicos, procedentes de 50 países, reunidos numa jornada de oração e reflexão pela paz e a justiça no mundo que assinalou o 25.º aniversário da primeira iniciativa do género, promovida por João Paulo II.
“O evento de hoje mostra como a dimensão espiritual é um elemento chave para a construção da paz. Através desta peregrinação única, fomos capazes de nos comprometermos num diálogo fraterno, aprofundar a nossa amizade e aproximarmo-nos em silêncio e na oração”, disse, em inglês, na Praça de São Francisco.
Líderes cristãos, judeus, muçulmanos, hindus, budistas, representantes de religiões africanas e asiáticas, bem como um grupo de agnósticos, renovaram neste encontro um ‘solene compromisso comum pela paz’.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

XXX DOMINGO DO TEMPO COMUM (23-10-2011)



Naquele tempo, 34os fariseus, ouvindo dizer que Jesus tinha feito calar os saduceus, reuniram-se em grupo, 35e um doutor da Lei perguntou a Jesus, para O experimentar: 36«Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?» 37Jesus respondeu: «‘Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todo o teu espírito’. 38Este é o maior e o primeiro mandamento. 39O segundo, porém, é semelhante a este: ‘Amarás o teu próximo como a ti mesmo’. 40Nestes dois mandamentos se resumem toda a Lei e os Profetas».



(Mt 22, 34-40)

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

terça-feira, 18 de outubro de 2011

DAR E DAR-SE CONTRA A POBREZA

"Era uma vez um menino que se chamava Hugo e a sua família vivia bem economicamente. Os seus pais ganhavam bastante dinheiro e tinham uma grande e bonita casa. Num dia em que estava sozinho em casa, bateram à porta e, depois de ter espreitado, viu que era um velho mendigo e decidiu atender. Não pedia dinheiro mas somente algo para comer. O Hugo não sabia o que fazer mas teve tanta pena do velhinho que foi à despensa e ao frigorífico e trouxe-lhe três sacas cheias de coisas para comer. O pobre mendigo olhou-o, sorriu, agradeceu e disse-lhe que ele tinha um bom coração. Aquele encontro tocou e perturbou profundamente o Hugo que nunca tivera bem a consciência de que havia pessoas sem quase nada e a precisar de quase tudo. Foi logo à internet e pesquisou ‘Pobreza’. Viu que quase 20% da população mundial vive muito mal e abaixo do limiar da pobreza, aproximadamente 850 milhões sofrem de fome, 160 milhões de crianças são subnutridas e 30 mil morrem de causas directamente relacionadas com a pobreza. Nos países em desenvolvimento, mais de 1000 milhões de pessoas carecem de habitação adequada e estima-se que 100 milhões estejam sem abrigo. Aqueles valores impressionaram e entristeceram muito o Hugo. Perguntava-se como era possível uns terem muito e outros quase nada. Decidiu naquele dia nunca mais desperdiçar nem ser esquisito com a comida e amealhar dinheiro para ajudar as pessoas mais pobres. Depois de falar com os pais, empenhou-se em encontrar uma associação para ajudar a lutar contra a pobreza como voluntário e conseguiu arrastar alguns familiares e amigos. O Hugo sentia-se feliz a dar e a dar-se".

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

XXIX DOMINGO DO TEMPO COMUM (16-10-2011)



“Naquele tempo, 15os fariseus reuniram-se para deliberar sobre a maneira de surpreender Jesus no que dissesse. 16Enviaram-Lhe alguns dos seus discípulos, juntamente com os herodianos, e disseram-Lhe: «Mestre, sabemos que és sincero e que ensinas, segundo a verdade, o caminho de Deus, sem te preocupares com ninguém, pois não fazes acepção de pessoas. 17Diz-nos o teu parecer: É lícito ou não pagar tributo a César?» 18Jesus, conhecendo a sua malícia, respondeu: «Porque Me tentais, hipócritas? 19Mostrai-me a moeda do tributo». Eles apresentaram-Lhe um denário e Jesus perguntou: 20«De quem é esta imagem e esta inscrição?» 21Eles responderam: «De César». Disse-Lhes Jesus: «Então, dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus»”.



(Mt 22, 15-21)

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

XXVIII DOMINGO DO TEMPO COMUM (09-10-2011)




1"Naquele tempo, Jesus dirigiu-Se de novo aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos do povo e, falando em parábolas, disse-lhes: 2«O reino dos Céus pode comparar-se a um rei que preparou um banquete para o seu filho. 3Mandou os servos chamar os convidados para as bodas, mas eles não quiseram vir. 4Mandou ainda outros servos, ordenando-lhes: ‘Dizei aos convidados: Preparei o meu banquete, os bois cevados foram abatidos, tudo está pronto. Vinde às bodas’. 5Mas eles, sem fazerem caso, foram um para o seu campo e outro para o seu negócio; 6os outros apoderaram-se dos servos, trataram-nos mal e mataram-nos. 7O rei ficou muito indignado e enviou os seus exércitos, que acabaram com aqueles assassinos e incendiaram a cidade. 8Disse então aos servos: ‘O banquete está pronto, mas os convidados não eram dignos. 9Ide às encruzilhadas dos caminhos e convidai para as bodas todos os que encontrardes’. 10Então os servos, saindo pelos caminhos, reuniram todos os que encontraram, maus e bons. E a sala do banquete encheu-se de convidados".


(Mt 22, 1-10)

terça-feira, 4 de outubro de 2011

UM AMIGO... UM TESOURO!



"O meu presente, esse sim faz bater o meu coração a um ritmo tranquilo, e tu estás nele a guiá-lo. Porque tal como tu precisas de mim, eu preciso de ti. Estamos em constante telepatia, todos os dias, todas as horas, todos os segundos, todos os momentos. Fazes-me deslizar numa pista, coberta de todos os sorrisos possíveis. Todos eles, dão-me a calma e a força que eu sempre necessito. Nunca estás ausente da minha vista. Prometes-te que nunca me deixavas, e eu acredito em ti. Por isso estarei aqui para te acompanhar, neste longo percurso que só nós sabemos que será possível. Conseguiste conquistar-me com o teu jeito e entraste no meu mundo.



Desta vez existe, existimos e nada nem ninguém nos irão tirar a força construída por estes dois corações. Passo a passo, sem ter medos nem temores, nós iremos conseguir passar por cima de todos os fantasmas ainda existentes, iremos vencer. Estás firme no território, que a ti amigo te pertence. À medida que vou caminhando pela estrada da vida, as lembranças de outrora, vão-se cruzando pelo caminho, mas como iremos conquistar a nossa vitória, pode ser que um dia essas lembranças não mais me afectem, não mais me façam apertar o peito. Estou aqui para te ajudar, para nunca te largar, assim sei que tu também. Hoje a ti te chamo, meu amigo. E também a ti te agradeço, por tudo!



Por mais que a inveja de quem quer e não tem se note bem, nunca nada nem ninguém irá estragar esta nossa amizade, única e linda. Eu te adoro, eu estarei sempre do teu lado para te apoiar, eu te prometo meu amigo. Tenta agora reflectir, tranca-te no teu próprio espaço e ouve o teu pensamento. Encara a realidade e vive o que está á tua volta e que te quer consumir. Não te reserves, o mundo mudou e tu também tens que mudar, tens que mudar esse pensamento ridículo e abstracto. Tens que aprender que a vida não gira em volta do outro mas em volta do eu. Reavalia todos os teus momentos vividos e pergunta se todos valeram a pena. Critica-te, revolta-te, muda o teu rumo. Tu melhor que ninguém sabes que o tempo não pára, o tempo raramente faz esquecer o que perdemos, o que queremos ou mesmo o que sentimos. Mas agora fica com esta frase: nada muda se tu não mudares, nada acontece se tu não fizeres acontecer".

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

XXVII DOMINGO DO TEMPO COMUM



"Naquele tempo, disse Jesus aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos do povo: 33«Ouvi outra parábola: Havia um proprietário que plantou uma vinha, cercou-a com uma sebe, cavou nela um lagar e levantou uma torre; depois, arrendou-a a uns vinhateiros e partiu para longe. 34Quando chegou a época das colheitas, mandou os seus servos aos vinhateiros para receber os frutos. 35Os vinhateiros, porém, lançando mão dos servos, espancaram um, mataram outro, e a outro apedrejaram-no. 36Tornou ele a mandar outros servos, em maior número que os primeiros. E eles trataram-nos do mesmo modo. 37Por fim, mandou-lhes o seu próprio filho, dizendo: ‘Respeitarão o meu filho’. 38Mas os vinhateiros, ao verem o filho, disseram entre si: ‘Este é o herdeiro; matemo-lo e ficaremos com a sua herança’. 39E, agarrando-o, lançaram-no fora da vinha e mataram-no. 40Quando vier o dono da vinha, que fará àqueles vinhateiros?» 41Eles responderam: «Mandará matar sem piedade esses malvados, e arrendará a vinha a outros vinhateiros, que lhe entreguem os frutos a seu tempo». 42Disse-lhes Jesus: «Nunca lestes na Escritura: ‘A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular; tudo isto veio do Senhor e é admirável aos nossos olhos’? 43Por isso vos digo: Ser-vos-á tirado o reino de Deus e dado a um povo que produza os seus frutos. Quem cair sobre esta pedra ficará despedaçado e aquele sobre quem ela cair será esmagado»".



(Mt 21, 33-43)

terça-feira, 27 de setembro de 2011

PAPA VISITA A SUA TERRA NATAL



Bento XVI despediu-se da Alemanha, após uma viagem de quatro dias, a primeira com estatuto de visita de Estado, marcada por vários apelos à união entre católicos e ao respeito pela dimensão pública da religião.
Várias intervenções de Bento XVI visaram a tendência de remeter a religião para o espaço privado ou mesmo de a “marginalizar”, preocupação que partilhou com representantes muçulmanos e, antes, com líderes judaicos, junto dos quais lembrou as “horríveis imagens que chegaram dos campos de concentração” nazi e o Holocausto.
Após a passagem pela capital germânica, o Papa entrou no território da antiga República Democrática Alemã, na qual homenageou a resistência da fé face à ditadura nazi e ao regime comunista, que comparou a uma “chuva ácida”, sublinhando o papel dos católicos na queda do Muro de Berlim, em 1989.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

XXVI DOMINGO DO TEMPO COMUM (25-09-2011)



“Naquele tempo, disse Jesus aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos do povo: 28«Que vos parece? Um homem tinha dois filhos. Foi ter com o primeiro e disse-lhe: ‘Filho, vai hoje trabalhar na vinha’. 29Mas ele respondeu-lhe: ‘Não quero’. Depois, porém, arrependeu-se e foi. 30O homem dirigiu-se ao segundo filho e falou-lhe do mesmo modo. Ele respondeu: ‘Eu vou, Senhor’. Mas de facto não foi. 31Qual dos dois fez a vontade ao pai?» Eles responderam-Lhe: «O primeiro». Jesus disse-lhes: «Em verdade vos digo: Os publicanos e as mulheres de má vida irão diante de vós para o reino de Deus. 32João Baptista veio até vós, ensinando-vos o caminho da justiça, e não acreditastes nele; mas os publicanos e as mulheres de má vida acreditaram. E vós, que bem o vistes, não vos arrependestes, acreditando nele»”.



(Mt 21, 28-32)

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

XXV DOMINGO DO TEMPO COMUM (18-09-2011)



"Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos a seguinte parábola: 1«O reino dos Céus pode comparar-se a um proprietário, que saiu muito cedo a contratar trabalhadores para a sua vinha. 2Ajustou com eles um denário por dia e mandou-os para a sua vinha. 3Saiu a meia manhã, viu outros que estavam na praça ociosos e disse-lhes: 4‘Ide vós também para a minha vinha e dar-vos-ei o que for justo’. 5E eles foram. Voltou a sair, por volta do meio-dia e pelas três horas da tarde, e fez o mesmo. 6Saindo ao cair da tarde, encontrou ainda outros que estavam parados e disse-lhes: ‘Porque ficais aqui todo o dia sem trabalhar?’ 7Eles responderam-lhe: ‘Ninguém nos contratou’. Ele disse-lhes: ‘Ide vós também para a minha vinha’. 8Ao anoitecer, o dono da vinha disse ao capataz: «Chama os trabalhadores e paga-lhes o salário, a começar pelos últimos e a acabar nos primeiros’. 9Vieram os do entardecer e receberam um denário cada um. 10Quando vieram os primeiros, julgaram que iam receber mais, mas receberam também um denário cada um. 11Depois de o terem recebido, começaram a murmurar contra o proprietário, dizendo: 12‘Estes últimos trabalharam só uma hora e deste-lhes a mesma paga que a nós, que suportámos o peso do dia e o calor’. 13Mas o proprietário respondeu a um deles: ‘Amigo, em nada te prejudico. Não foi um denário que ajustaste comigo? 14Leva o que é teu e segue o teu caminho. Eu quero dar a este último tanto como a ti. 15Não me será permitido fazer o que quero do que é meu? Ou serão maus os teus olhos porque eu sou bom?’ 16aAssim, os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos»".


(Mt, 20, 1-16a)

O JOVEM E O OÁSIS




"Certa vez, um jovem chegou à beira de um oásis, junto a um povoado e, aproximando-se de um velho, perguntou-lhe:
- Que tipo de pessoas vive neste lugar?
- Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você vem? Perguntou por sua vez o ancião.
- Oh! Um grupo de egoístas e malvados - replicou-lhe o rapaz - estou satisfeito de haver saído de lá.
A isso o velho replicou:
- A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui.
No mesmo dia, um outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o ancião perguntou-lhe:
- Que tipo de pessoas vive por aqui?
O velho respondeu com a mesma pergunta:
- Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você vem?
O rapaz respondeu:
- Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras. Fiquei muito triste por ter de deixá-las.
- O mesmo encontrará por aqui, respondeu o ancião.
Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho:
- Como é possível dar respostas tão diferentes à mesma pergunta?
Ao que o velho respondeu:
- Cada um carrega no seu coração o meio ambiente em que vive. Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui. Aquele que encontrou amigos ali, também os encontrará aqui. Somos todos viajantes no tempo e o futuro de cada um de nós está escrito no passado. Ou seja, cada um encontra na vida exactamente aquilo que traz dentro de si mesmo. O ambiente, o presente e o futuro somos nós que criamos e isso só depende de nós mesmos."

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

SOBRE O CONHECIMENTO...



- "O conhecimento une cada um consigo mesmo e todos com todos." José Saramago



- "O exercício da criatividade como elemento de qualificação da participação individual em democracia é decisivo na sociedade do conhecimento." Jaime Quesado


- "Não é tranquilizante verificar que, vistos de perto, os conceitos que usamos todos os dias se esbatem de sentido e de significação como se a língua, não só a portuguesa, mas todas aquelas que nos são acessíveis, se entretivesse a passar-nos rasteiras e se divertisse a criar permanentes zonas de ambiguidade." Isabel Leal



- "O bom aluno – aquele que normalmente se distingue entre os melhores – é o que sabe intuir o professor. Superando-o. O melhor professor é aquele que ensina sem receio de ser ultrapassado por quem aprende. Superando-se. É nesta dicotomia que se constrói a maior das riquezas, o conhecimento." Raúl Vaz



-"Não há conhecimento perigoso. Perigosa é a ignorância." Faíza Hayat



- "A introspecção leva à dúvida, não leva ao conhecimento." Pedro Lomba


- "Conhecer é descobrir o saber mas não é encontrar o sentido para este saber." Eduardo Prado Coelho



- "A presunção de que nem todos os «saberes» são válidos porque não resistem a um teste de consistência intelectual é considerada uma ideia reaccionária porque contrária à suposta igualdade das pessoas e das culturas." Fátima Bonifácio



- "Cada vez surgirão mais pessoas que reúnem uma cultura científica, filosófica, estética e teológica prontas a abrir fronteiras à transdisciplinaridade. O importante é que ninguém se canse demasiado depressa no caminho e ceda à tentação de fixar imagens definitivas sobre a infinidade insondável do horizonte humano." Frei Bento Domingues